Aprendizagem clínica interativa

Laboratório de Testes Diagnósticos

Professor Anderson Lineu

Do desempenho do teste à decisão clínica

Altere os parâmetros e acompanhe todas as medidas em tempo real.

Valor preditivo positivo
P(doença | teste +)
Valor preditivo negativo
P(sem doença | teste −)
Razão de verossimilhança +
quanto um positivo pesa
Razão de verossimilhança −
quanto um negativo pesa

Interpretação do resultado individual

probabilidade pós-teste

O que ocorre nesta população

Frequências naturais esperadas.

ResultadoDoençaSem doençaTotal
Teste positivo
Teste negativo
Total

Mapa dos desfechos

Cada cor é uma parcela da população simulada.

VP
FP
FN
VN
verdadeiros positivos falsos positivos falsos negativos verdadeiros negativos

Cenário A × cenário atual

Mude os controles para criar o cenário B e observe o que mudou ou permaneceu igual.

Entenda os cálculos e veja outras medidas
VPP = VP ÷ (VP + FP)
VPN = VN ÷ (VN + FN)
RV+ = sensibilidade ÷ (1 − especificidade)
RV− = (1 − sensibilidade) ÷ especificidade
Acurácia = (VP + VN) ÷ total =
Taxa de falso positivo = 1 − especificidade =
Taxa de falso negativo = 1 − sensibilidade =
Probabilidade de doença após negativo = 1 − VPN =

Calculadora por tabela 2×2

Insira os quatro desfechos observados em um estudo e obtenha as medidas diretamente.

Dados observados

Use números inteiros. Nenhuma célula pode ser negativa.

Teste índiceTeste de referência
Doença presenteDoença ausenteTotal
Positivo
Negativo
Total
Sensibilidade e especificidade são condicionadas ao estado da doença; VPP e VPN são condicionados ao resultado do teste.
Sensibilidade
VP ÷ (VP + FN)
Especificidade
VN ÷ (VN + FP)
VPP
VP ÷ positivos
VPN
VN ÷ negativos
RV+
sens ÷ (1 − esp)
RV−
(1 − sens) ÷ esp
Interpretação:
    Outras possibilidades de interpretação das RVs

    1. Construções em porcentagem

    A conversão direta da RV para porcentagem exige que a frase indique o incremento ou a redução relativa — a diferença em relação ao valor de referência 1 —, e não apenas o valor absoluto.

    Nota de redação: em periódicos científicos, incrementos percentuais muito acima de 100% costumam ser evitados, pois podem dificultar a interpretação intuitiva. Nesses casos, o uso de múltiplos (“vezes”) é preferível.

    2. Abordagem focada em chances (odds)

    A literatura epidemiológica frequentemente descreve a RV não pela probabilidade do resultado do teste em si, mas pelo impacto que esse resultado tem nas chances pré-teste do paciente.

    3. Abordagem qualitativa (impacto clínico)

    Em seções de discussão de artigos ou manuais técnicos, a RV é frequentemente categorizada por sua utilidade clínica e força de evidência, considerando como referência os limiares clássicos em que RV+ > 10 oferece forte evidência para confirmar e RV− < 0,1 oferece forte evidência para afastar o diagnóstico.

    As categorias são aproximações didáticas. A relevância clínica depende também da probabilidade pré-teste e dos limiares de decisão do contexto.

    Nomograma de Fagan interativo

    Uma única reta liga a probabilidade pré-teste à RV e encontra a probabilidade pós-teste.

    Defina os pontos

    %
    0,00111000
    Probabilidade pós-teste
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